Momentos de reflexão e divagação... momentos de arte no caos e pureza que lhe pertencem... momentos de prazer e paleta de cores infinita por detrás de uma contemporaneidade sempre ultrapassada a cada minuto que passa...
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Salvador Dali
- "Eu vou ser tão breve que na verdade já terminei."
- "Somos todos famintos e sedentos por imagens concretas. A arte abstracta terá sido boa por uma coisa: restaurar a sua exacta virgindade para a arte figurativa."
- "Só há uma diferença entre um louco e eu. O louco pensa que é sadio. Eu sei que sou louco."
Salvador Dali
- "Somos todos famintos e sedentos por imagens concretas. A arte abstracta terá sido boa por uma coisa: restaurar a sua exacta virgindade para a arte figurativa."
- "Só há uma diferença entre um louco e eu. O louco pensa que é sadio. Eu sei que sou louco."
Salvador Dali
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Inauguração "Re-Inícios_Contrastes, Pontes e Uniões"
Curadoria Ilídio Salteiro, Co-Produção Associação Arte Contempo
7 Agosto-11 Setembro 2010, 21h30/00h30
Casa das Artes de Tavira
Mais fotografias e informações em http://www.facebook.com/profile.php?id=100000049275824 e http://www.acasadasartes.com/ACAT2010/Carolina_Quirino_25_anos_de_reinicios.html
Casa das Artes de Tavira, Rua João Vaz Corte Real, 96, 8800 Tavira
http://acasadasartes@.com
casadasartes.tavira@gmail.com
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Exposição de Pintura, Carolina Quirino, "25 anos de Re-Inícios - Contrastes, Pontes e Uniões"
7 Agosto-11 Setembro 2010, Casa das Artes de Tavira
Curadoria de Ilídio Salteiro, Co-Produção Associação Arte Contempo
Carolina Quirino
Sem título
acrílico s/ tela
Sem título
acrílico s/ tela
70 x 100 cm
2008
2008
Carolina Quirino é uma jovem artista, licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, que actualmente prepara a sua tese de mestrado. Nascida há 25 anos, tantos quantos os da Casa das Artes de Tavira, desenvolve actualmente um trabalho plástico que nos remete para um âmbito simultaneamente surrealista e minimalista, no qual uma grande simplicidade de meios pictóricos se alia a uma complexidade surgida de um automatismo nos limites do incontrolável.
Nesta exposição CQ apresenta um conjunto de acrílicos sobre tela onde os protagonistas estruturais são contrastes, pontes e uniões. Contraste porque é este o elemento essencial e imediatamente visível que estrutura a plasticidade de cada uma das obras. Ponte pela presença constante da sombra como elemento presente e activo entre as hipotéticas verdades dos seres, das coisas e da luz que lhes dão a forma e a superfície lisa e ambígua que as acolhe. Uniões pelas linhas de compromisso que estabelece entre gerações e estéticas em permanente actualização.
Ilídio Salteiro (Curador), Lisboa, Abril 2010
Ilídio Salteiro (Curador), Lisboa, Abril 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Tim Noble & Sue Webster
"They create sculptures from trash found on the streets of London. Then when light is projected on the sculptures in a particular way, the shadow creates a perfect image. I love the way they use light to transform their art into something entirely new."
http://beauxart.wordpress.com/2009/02/17/your-trash-is-my-art/
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
A felicidade pelo Mestre Agostinho da Silva
"Não creio que se possa definir o homem como um animal cuja característica ou cujo último fim seja o de viver feliz, embora considere que nele seja essencial o viver alegre. O que é próprio do homem na sua forma mais alta é superar o conceito de felicidade, tornar-se como que indiferente a ser ou não ser feliz e ver até o que pode vir do obstáculo exactamente como melhor meio para que possa desferir voo. Creio que a mais perfeita das combinações seria a do homem que, visto por todos, inclusive por si próprio, como infeliz, conseguisse fazer de sua infelicidade um motivo daquela alegria que se não quebra, daquela alegria serena que o leva a interessar-se por tudo quanto existe, a amar todos os homens apesar do que possa combater, e é mais difícil amar no combate que na paz, e sobretudo conservar perante o que vem de Deus a atitude de obediência ou melhor, de disponibilidade, de quem finalmente entendeu as estruturas da vida."
Agostinho da Silva, in Textos e Ensaios Filosóficos
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Ufa!!!!! E um peluche...
Por enquanto, terminados os prazos de entrega dos trabalhos teóricos!!! Agora é a dissertação teórica e o trabalho prático, e muita farra [sempre indispensável!:)]
Continua a ser verdade que cada vez gosto mais do que faço, mas quando o tempo não é suficiente para reflectir sobre o que realizo e disso tirar proveito...o que retenho é muito menos!!! Óbvio que tive que trabalhar e perceber o que estava a fazer mas olhar para o ecrã do computador e ficar, literalmente, 30 minutos a tentar perceber o significado de "por tal"é sinónimo de muitas horas por dormir em atraso!!!! Até porque as saídas à noite, se bem que nos divertimos, também têm o seu peso no todo!!!
E nunca tinha feito um trabalho de 30 páginas em e-mail em vez de em Word (mas essa história tem muito para contar...)
Mas pessoal, isto é mais forte do que eu - já estou com a adrenalina toda no máximo! Imagino quando tiver reposto a dormida...
Ah! Hoje encontrei uma mascote para juntar ao meu Puskas! Em cima de uma saída de água no Marquês de Pombal estava esta doçura; novinha, lavadinha e com o pêlo a cheirar a novo!!!:):) Desculpa lá amiguinho de tenra idade que o perdeste, mas há coisas que nos aparecem na vida por alguma razão, e se o meu olho se dirigiu a esta bola de pêlo é porque me estava destinado. É meu, meu e só meu! Aqui a je, que não é muito de peluchadas e afins, colecciona vacas, de todos os tipos e feitios!!!
E agora acho por bem ir descansar umas horinhas que já começo a ter um discurso próprio de quem dorme pouco mesmo! Porventura muito semelhante ao da criancinha que perdeu o peluche! eheheh
Continua a ser verdade que cada vez gosto mais do que faço, mas quando o tempo não é suficiente para reflectir sobre o que realizo e disso tirar proveito...o que retenho é muito menos!!! Óbvio que tive que trabalhar e perceber o que estava a fazer mas olhar para o ecrã do computador e ficar, literalmente, 30 minutos a tentar perceber o significado de "por tal"é sinónimo de muitas horas por dormir em atraso!!!! Até porque as saídas à noite, se bem que nos divertimos, também têm o seu peso no todo!!!
E nunca tinha feito um trabalho de 30 páginas em e-mail em vez de em Word (mas essa história tem muito para contar...)
Mas pessoal, isto é mais forte do que eu - já estou com a adrenalina toda no máximo! Imagino quando tiver reposto a dormida...
Ah! Hoje encontrei uma mascote para juntar ao meu Puskas! Em cima de uma saída de água no Marquês de Pombal estava esta doçura; novinha, lavadinha e com o pêlo a cheirar a novo!!!:):) Desculpa lá amiguinho de tenra idade que o perdeste, mas há coisas que nos aparecem na vida por alguma razão, e se o meu olho se dirigiu a esta bola de pêlo é porque me estava destinado. É meu, meu e só meu! Aqui a je, que não é muito de peluchadas e afins, colecciona vacas, de todos os tipos e feitios!!!
E agora acho por bem ir descansar umas horinhas que já começo a ter um discurso próprio de quem dorme pouco mesmo! Porventura muito semelhante ao da criancinha que perdeu o peluche! eheheh
domingo, 27 de junho de 2010
Exposição "Sabor de Jazz" - 26 Junho/17 Julho 2010
Num serão muito bem passado em excelente companhia, inaugurámos a exposição Sabor de Jazz, uma exposição colectiva de Carolina Quirino, Cecília Henriques, Isabel Teixeira, Jolanta Rikveile e Rui de Jesus, no Restaurante "Fonte do Baco", Malveira, em que se conjugam pintura e desenho com a música.
Carolina Quirino Carolina Quirino
Indícios de Jazz #1 Indícios de Jazz #2
acrílico s/tela acrílico s/tela
40 x 40 cm 40 x 40 cm
2010 2010
Localização: ver aqui .
sexta-feira, 25 de junho de 2010
“Homo Virtualis” | exposição PORTO
“Homo Virtualis” - exposição colectiva, Clube Literário do Porto - 19/30 Junho 2010
Carolina Quirino
acrílico s/ tela
116 x 89 cm
2010
Carolina Quirino
acrílico s/ tela
116 x 89 cm
2010
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