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As peças têm, indubitavelmente, formas únicas que nos fazem rodeá-las e apreciar o pormenor e subtileza com que foram criadas. Com temas por vezes bem explícitos e outros que nos fazem olhar mais atentamente para os decifrar, existe um imaginário muito peculiar, inteligente, inovador e verdadeiramente artístico que transpõe para cada uma das esculturas. Com um percurso e currículo muito ricos, denuncia um evidente traço de originalidade.
Depois de vista a exposição, seguiram-se a intervenção da sua obra por Rui-Mário Gonçalves e Manuel Augusto Araújo, um café-concerto com "Uma Noite de Jazz Clássico" com o Quarteto Vitaminas e o declamar de poemas Pós-Revolução e poemas acompanhados ao som da guitarra.
Relevo, ainda, o enorme prazer que tive em conhecer o escultor Eduardo Nascimento e o músico Carlos Sanches que traduzem, exactamente, o que tenho como aquelas pessoas que se conhecem e desde logo aprendemos bastante, pelas suas qualidades enquanto seres humanos e artistas. E, claro, rever o meu amigo pintor João Silva.
Finda uma noite tão compensadora, recomendo sinceramente uma visita ao espaço.
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